Boicote à Rede Starbucks na Nova Zelandia

O grupo antiaborto neozeolandes Right to Life

propôs um boicote internacional à rede de café Starbucks pela sua posição favorável ao matrimônio entre pessoas do mesmo sexo.

Segundo o grupo, o protesto deve-se por acreditarem que a empresa “é favorável à sodomia (sic)”.

Manifestante na porta de uma das lojas da cadeia Starbucks

O protesto partiu de um grupo conservador nos Estados Unidos e chegou na Nova Zelândia buscando por um boicote internacional à companhia.

Segundo Karen Holmes, vice-presidente executiva da Starbucks, toda a manifestação deve-se ao apoio expressado pela rede ao matrimonio gay em Washington. “É o cerne de quem somos e um dos valores que movem nossa companhia”, comentou.

Segundo a vice-presidente executiva da rede, o apoio ao casamento gay “é o cerne de quem somos e um dos valores que movem nossa companhia”

Right to Life já realizou uma campanha contra a rede McDonald’s e agora volta-se contra a franquia de cafés porque “desde 2006 ela promove eventos como Paradas do Orgulho LGBT e não apoio o matrimônio heterossexual. Um ataque à família”, declarou a instituição.

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